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O secretário municipal de Saúde, Vinicius Amoroso, o registro do primeiro caso suspeito de infecção causada pela cepa do surgida na Índia.

De acordo com informações, o caso suspeito é de um motorista de caminhão que veio do Pará. Ele já está internado na UTI do de Rondonópolis e segue sob observação.

No Brasil, há a confirmação de contaminações por essa variante somente nos estados do Maranhão e São Paulo. Segundo os cientistas, não há comprovação de que a nova cepa seja mais agressiva ou resistente às vacinas.

A variante indiana B.1.617 possui três sub-linhagens, com pequenas diferenças (B.1.617.1, B.1.617.2 e B.1.617.3), que foram descobertas entre outubro e dezembro de 2020.

As três apresentam mutações importantes nos genes que codificam a espícula, a proteína que fica na superfície do vírus e é responsável por conectar-se aos receptores das células humanas e dar início à infecção.

Entre as alterações, a E484Q tem similaridades com a E484K, alteração encontrada nas variantes sul-africana e brasileira.

Até o momento, cientistas ainda não conseguiram estabelecer sobre a variante indiana:

  • A sua real velocidade de transmissão e o quanto ela é mais transmissível;
     
  • Se a variante está relacionada a quadros de mais graves, que exigem internação e intubação
  • Se ela aumenta o risco de reinfecção (a já aponta uma “possível modesta redução na atividade de neutralização”)

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