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O Centro de Apoio Operacional (CAO) da e as Procuradorias de Justiça Especializadas da Defesa da Cidadania e da Criança e do Adolescente, com apoio da Procuradoria-Geral de Justiça, promoveram reunião institucional virtual na manhã desta quarta-feira (19) com promotores das comarcas para debater e estabelecer um posicionamento do Ministério Público de Mato Grosso em relação ao retorno das aulas presenciais nas redes públicas estadual e municipais de ensino. 

Outro objetivo foi definir diretrizes de atuação junto ao Estado, municípios e no sentido de cobrar a elaboração e execução correta dos planos de retorno às atividades escolares, garantindo a segurança dos alunos, pais, professores e demais da educação.

Durante a reunião, houve o entendimento unânime de que as aulas devem ser retomadas, pois os alunos já estão sendo muito prejudicados e as atividades de outros setores da sociedade, como comércio, lazer etc., já foram retomadas, ficando excluída apenas a área da educação. 

“Temos visto diversas atividades funcionando normalmente, shows, bares, está tudo aberto. Sabemos que as crianças, principalmente na primeira infância, estão em processo de crescimento cerebral, e permanecer sem frequentar a escola pode prejudicar o seu desenvolvimento. Por isso é preciso que as aulas sejam reiniciadas. Mas isso tem que ser feito com todo o cuidado e tudo vai depender do comportamento da pandemia. Infelizmente, até hoje apenas 12% da população brasileira foram vacinados com as duas doses e a tendência é a pandemia se estender até 2022”, afirmou o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira.

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