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Uma espécie de “paredão de eliminação”  realizado em uma empresa no para decidir qual funcionário seria demitido terminou com uma indenização por danos morais definida pela Justiça do Trabalho para uma ex-consultora de vendas dispensada.

De acordo com a trabalhadora, ela foi escolhida em votação pelos colegas para sair numa votação inspirada no . Ela foi demitida e então processou duas companhias do setor de turismo envolvidas no caso.

Ela agora deve receber uma compensação financeira, além das verbas rescisórias. O valor total da condenação é de aproximadamente R$ 14 mil.

As condenadas ainda podem recorrer da decisão do juiz Ney Fraga Filho, da 16ª Vara do Trabalho de , que foi proferida no início do mês. A informação foi divulgada pelo Tribunal do Trabalho do Ceará nesta segunda-feira.

A ex-funcionária contou que a equipe foi coagida a participar da votação numa reunião e ainda apresentar uma justificativa para a escolha de um colega de trabalho para ser demitido. Ela acabou sendo a mais votada e afirmou ter sido diagnosticada com depressão e traumas psicológicos devido ao episósio.

A trabalhadora acrescentou que foi demitida pouco mais de um mês após sua admissão, e saiu sem receber as verbas trabalhistas a que teria . Ela relatou ainda que seu superior hierárquico lhe tratava de maneira constrangedora. Segundo a antiga colaboradora, o gestor restringia as idas ao banheiro, além da dos empregados.