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Um novo estudo sugere que o pode diminuir as chances de um novo em homens com doença arterial coronariana estável – conhecida popularmente como angina, além de fazê-los viver mais, em comparação com aqueles que sofrem da doença, mas não tomam o medicamento para disfunção erétil.

Os do Karolinska Institutet, na Suécia, testaram o Viagra em homens com doença arterial coronariana e compararam os resultados com com a enfermidade e que receberam outros remédios com a mesma finalidade. Os dados foram publicados na revista científica Journal of the American College of Cardiology.

Um novo estudo sugere que o Viagra pode diminuir as chances de um novo ataque cardíaco em homens com doença arterial coronariana estável – conhecida popularmente como angina, além de fazê-los viver mais, em comparação com aqueles que sofrem da doença, mas não tomam o medicamento para disfunção erétil.

Os pesquisadores do Karolinska Institutet, na Suécia, testaram o Viagra em homens com doença arterial coronariana e compararam os resultados com voluntários com a enfermidade e que receberam outros remédios com a mesma finalidade. Os dados foram publicados na revista científica Journal of the American College of Cardiology.