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Internado desde o dia 11 de março após sentir febre e mal-estar decorrente da Covid-19, o bispo da Diocese -Guiratinga, Dom Juventino, morreu neste domingo (28), após complicações decorrentes da doença. Dom Juventino estava com 74 anos.

O Boletim divulgado ontem (27) mostrou que ele havia tido uma piora no quadro de saúde após ter uma instabilidade cardíaca durante a madrugada e que estava com a pressão controlada por medicamentos.

A Assessoria da Diocese afirmou que irá divulgar uma nota oficial com horário e local do velório, já que o Bispo não estava mais com o vírus ativo.

O nasceu no dia 19 de maio de 1946, em Morro do Gato, hoje Morro do Cruzeiro, município de São Ludgero, Estado de Santa Catarina. Ingressou no seminário Nossa Senhora de Fátima, em Tubarão, no dia 12 de fevereiro de 1959, quando tinha 13 anos. Estudou filosofia e teologia em Curitiba/PR; foi ordenado padre pelo bispo Dom Anselmo Pietrulla, no dia 14 de julho de 1973, na igreja matriz São João, em São Ludgero e celebrou a primeira missa na capela de São Pio X, em sua terra natal. Logo assumiu a missão de vigário paroquial na catedral diocesana de Tubarão.

Em 19 de novembro de 1997, Pe. Juventino Kestering foi nomeado bispo diocesano de pelo João Paulo II e recebeu a Sagração Episcopal no dia de 1998, na catedral de Tubarão, em Santa Catarina, assumindo como lema ‘Enviou-me para evangelizar’. Em 22 de março de 1998, Dom Juventino tomou posse como bispo diocesano de Rondonópolis. Em seu episcopado aconteceram as mudanças geográficas com anexação de mais cinco paróquias, passando a ser diocese de Rondonópolis-Guiratinga.