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O Sindicato dos Médicos de Mato Grosso () pediu aos governantes que seja decretado imediato por conta do cenário da no Estado, que não possui mais leitos de UTI disponíveis. 

Em nota, o Sindimed ressaltou que os pacientes que hoje precisam de UTI se contaminaram entre 10 a 25 dias atrás. O sindicato também criticou que a medida de quarentena ou lockdown “já vem com atraso considerável” e que é necessária para aliviar os serviços de .

“Adiar ainda mais essa decisão pode trazer ainda mais desgraças às famílias mato-grossenses. A utilização de medidas mais restritivas tem o objetivo de interferir na cadeia de transmissão do vírus para aliviar os serviços de saúde, dando tempo de reestruturá-los e manter a assistência adequada à população”, disse em trecho de uma nota enviada à imprensa, nesta segunda-feira (22).

A falta de planejamento na saúde foi criticatada pelo Sindimed, que afirmou que, considerando a duração da pandemia, o Estado deveria ter ampliado o número de , criado hospitais de campanha e mais locais de atendimento para que as demandas não ficassem centralizadas em uma única unidade. 

“Mas não se organizaram, não planejaram. O sindicato alerta que se não forem tomadas essas medidas para conter a propagação do vírus, as pessoas vão morrer sem assistência médica e isso é uma situação extrema, que pode inclusive sobrecarregar o sistema funerário”, afirmou.

Colapso municipal

O funcionamento das policlínicas de Cuiabá também foi afetado pela segunda onda da pandemia. Nesse domingo (21), a Prefeitura anunciou o fechamento das unidades localizadas nos bairros Verdão, Coxipó, Pedra 90 e Planalto. 

As UPAs dos bairros Morada do Ouro e Pascoal Ramos também estão de portas fechadas após atingirem a capacidade máxima de lotação. 

As unidades estão priorizando apenas casos de urgência e emergência, além de realização de exames para Covid-19 e raio-x, através de pedido