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Após o alerta da Aneel (Agência Nacional de ) de que a tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 13% neste ano, o sinal de alerta foi dado. Se a pressão na tarifa já está intensa com o aumento do consumo no verão, os reservatórios baixos, o dólar e o IGP-M altos pressionarão ainda mais a conta do consumidor.
Para amenizar a dor no bolso, mudanças de hábitos simples podem gerar resultado e ajudar na doméstica.

Neste período do ano é comum o uso mais intenso de ventiladores, climatizadores e ar-condicionados aparelhos que, ao mesmo tempo que aliviam o calor, aumentam a demanda por energia. Em média, o consumo chega a ser um terço maior na estação do que em outras épocas.

Para o coordenador de elétrica do Centro Universitário Facens, Heverton Bacca, fazer um uso equilibrado e consciente de energia elétrica traz benefícios não só para a economia financeira, mas também reflete um cuidado necessário com o meio ambiente.
“O futuro é sempre andarmos de mãos dadas com a sustentabilidade. O planeta agradece e nosso bolso também”, analisa.
Confira algumas da Facens para economizar na conta de luz:

• Não deixe as luzes acessas em cômodos que não possuem pessoas;
• Ligue o ferro elétrico somente quando tiver uma significativa quantidade de roupa para passar;

• Em banheiros com chuveiro elétrico, tome banho rapidamente;

• Procure comprar aparelhos elétricos e da linha branca (principalmente geladeira) com selos que indicam baixo consumo de energia elétrica. O mais indicado é o selo Procel de economia de energia;

• Não deixe televisores, rádios, videogames e outros aparelhos ligados quando não estiver usando;

• Quando for ficar muito tempo fora de casa, tire da tomada os aparelhos eletrônicos de controle remoto;

• Use sempre em casa as lâmpadas eletrônicas ou de LED (mais econômicas);

• Evite abrir constantemente a porta da geladeira, pois isso aumenta seu consumo de energia;

• Se necessitar usar o ar-condicionado, deixe a porta do ambiente fechada, assim o consumo de energia será menor.

Bandeiras tarifárias

A professora do Instituto de Energia e Ambiente da (Universidade de São Paulo), Virgínia Parente, explica que os preços na tarifa sinalizam a escassez da energia, com os reservatórios de água, que servem também para gerar energia, em volume baixos. Ou seja, quanto menos energia, mais cara fica a conta.

Para ela, portanto, a política de bandeiras tarifárias é fundamental, pois serve como incentivo ao consumidor.