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O ator morreu na noite desta segunda-feira (7), aos 58 anos, vítima de Covid-19. Ele estava internado na do Hospital Unimed Rio, na Barra da Tijuca, desde o fim do mês passado. Na última terça-feira (1º), ele havia sido entubado por causa de complicações da doença.

No início da madrugada desta terça-feira (8), o ator José de Abreu deu a informação em seu Instagram.

Galvão estava internado desde o fim de novembro por conta do novo coronavírus. A informação de sua internação foi confirmada no último dia 27, pelo ator Stepan Nercessian, amigo de Galvão.

O último trabalho do ator na Rede foi a novela “Bom Sucesso“, de 2019. Galvão estreou na TV na novela “O da Pátria”, em 1989, e um de seus trabalhos mais memoráveis foi ao lado da apresentadora Angélica, no seriado infantil “Caça Talentos”, exibida entre 1996 e 1998, com exatos 500 episódios.

Galvão também teve passagens pelo SBT, onde trabalhou em “As Pupilas do Senhor Reitor” (1995); pela Record, tendo feito a sitcom “Avassaladoras: A Série” (2006) e “Apocalipse” (2017); Band, onde atuou na novela “Dance, Dance, Dance” (2007); e na TVE, mais uma vez em um trabalho marcante, como o pai do Menino Maluquinho, em “Um Menino Muito Maluquinho” (2006).

O ator também fez trabalhos em canais por assinatura como Multishow, com “Adorável Psicose” (2013), GNT, em “Questão de Família” (2014), e na HBO, com a série “Magnífica 70” (2015).

Torcedor do Flamengo, Galvão foi homenageado pela equipe, que postou em suas redes sociais um vídeo recente em que o ator dava parabéns pelos recém completados 125 anos do clube.