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De acordo com a , da , a Rede Internacional em Defesa do de Amamentar, entre outras instituições, os benefícios da amamentação superam os riscos potenciais de transmissão do novo coronavírus através do leite materno.

Portanto, a mãe infectada que esteja em bom estado geral e com os cuidados de higiene, pode e deve amamentar o seu bebê. Quem orienta é a pediatra Míriam , membro da Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar.

Marcela Burali se informou pela , em páginas de pediatras que se baseiam em informações científicas confiáveis e decidiu manter a amamentação de Luna, de 7 meses.

A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recomenda que a mãe infectada observe as medidas de higiene, para reduzir o risco de transmissão do vírus por meio de gotículas respiratórias durante o contato com a criança.

Entre as orientações estão: lavar as mãos por pelo menos 20 segundos antes de tocar o bebê ou antes de retirar o leite materno; usar máscara facial durante as mamadas e evitar falar ou tossir durante a amamentação. A máscara deve ser imediatamente trocada em caso de tosse ou espirro; e a cada nova mamada.