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O não poderá convocar para expediente presencial os funcionários que convivam com pessoas do grupo de risco. A determinação é do juiz da 2ª Vara do Trabalho de , Carlos Eneas Lino da Silva. Ele acolheu ao pedido formulado pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Rondonópolis e concedeu a liminar. A decisão é da última terça-feira, 4 de agosto.

“Assim, concedo a tutela de urgência, e determino: 1 – que o Banco do S/A se abstenha de convocar, ou manter trabalhando em atividades presenciais, aqueles empregados que coabitam com pessoas do grupo de risco, enquanto perdurar o estado de calamidade pública”, decidiu.

A decisão já está em vigência desde quarta, dia 5. No caso de descumprimento, o magistrado impôs aplicação de multa de R$ 10 mil por funcionário convocado em desrespeito à decisão.

Ao fundamentar sua decisão, Eneas citou que o atual cenário causado pela de sugere que toda medida de proteção seja tomada de forma rápida, para salvar o maior número de vidas possível.

Para ele, permitir o retorno desses funcionários ao expediente presencial colocaria em risco sua e de seus familiares, além das vidas de milhares de clientes do banco.