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A Defesa Civil começou a monitorar, nesta semana, as casas de 140 famílias ribeirinhas devido ao risco de transbordamento do Rio Vermelho, em (215 km de ).

O morador Antônio da Conceição, de 76 anos, vive às margens do Rio Arareau, que deságua no Rio Vermelho.

Sempre que chove forte ele fica preocupado.

“Quando começa se aproximar, começamos a tirar as coisas da casa. Conforme ela [água] vai subindo, nós vamos subindo também”, disse.

Segundo a Defesa Civil, quando chove demais o Rio Vermelho enche e o Rio Arareau represa. Com isso, o nível dos dois rios sobe e alaga as casas próximas.

Nesta semana, o nível do Rio Vermelho atingiu quatro metros e 50 centímetros e deixou as famílias em alerta.

“Alaga a região do cais, a Vila Rondon e represa o Rio Arareau e córregos. Quando o rio transborda isolamos o local e orientamos a população não passar por lá”, explicou o agente da Defesa Civil Ilcimar Aranha .

Segundo Ilcimar, o nível acima dos cinco metros já representa risco de alagamentos.

Um fator de risco é o alerta de perigo de chuvas intensas emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia para a cidade de Rondonópolis, com validade até esta sexta-feira (28).

Há riscos potenciais de entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). Risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.