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O crânio da bebê de 6 meses que foi jogada em um poço em Tabaporã (643 km de Cuiabá), foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros, na última quinta-feira (16). Os pais Tiago Silva Lacerda e Raquel Araújo Dias, que foram presos em Jataí (GO) na semana passada, são suspeitos de esquartejá-la.

As investigações em buscas do corpo da bebê, iniciaram na quarta-feira (08.01), após denúncia feita ao Conselho Tutelar do município. Na delegacia, várias testemunhas foram ouvidas, sendo levantado evidências de que o casal teria tirado a vida do bebê e posteriormente fugido da cidade.

Durante as diligências internas e externas, o casal foi localizado na cidade de Jataí (GO), com apoio da local. Após serem interrogados pelo delegado do município, o pai e a mãe da confessaram a autoria dos crimes e indicaram o local onde ocultaram o cadáver da criança.

Com base nas informações, a equipe da de com apoio da Corpo de Bombeiros de Sinop, encontrou o corpo ocultado no fundo de um poço, próximo ao município.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, os pais teriam enterrado o corpo da filha no quintal da casa. No entanto, devido o local ser de fácil acesso, a suspeita é que eles desenterram o corpo e jogaram no poço para dificultar as investigações.

O local do enterro foi encontrado pelo cão farejador do Corpo de Bombeiros que auxiliou nas buscas.

Os bombeiros informaram que três partes do corpo da bebê foram localizadas. As duas primeiras foram encontradas na semana passada dentro do poço.

Já o crânio foi achado depois que os bombeiros esvaziaram o poço.

Há cerca de quatro meses, o casal já havia sido denunciado por maus tratos contra a criança, e o bebê ficou na Casa de Passagem durante certo período, até que a guarda foi restituída aos pais.

De acordo com as investigações, a primeira agressão ocorreu quando a tinha 28 dias de vida.

Fotos mostram maus-tratos sofrido por bebê / Reprodução

Segundo o Conselho, a menina chegou a morar em um abrigo da cidade aos 3 meses de vida. No entanto, os pais entraram na Justiça e conseguiram ficar com a guarda da filha.

O Conselho Tutelar afirmou que fazia visitas periódicas na casa da família.

 

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