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Após o protesto de um grupo de pessoas o anunciou nesta quarta-feira (22) que está revendo a possível contratação do goleiro Bruno, condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. Nesta semana, o time também foi desautorizado a utilizar a marca da Eletromóveis Martinello e a cooperativa removeu seu logo dos uniformes.

A nota do Operário VG informa que a contração está sendo revista, porém, não dá prazos para uma resposta definitiva sobre o tema.

Na noite de terça-feira, na estreia do Operário VG no Campeonato Mato-grossense, dezenas de e homens se manifestaram na porta do Estádio Dito Souza, em Várzea Grande. Com faixas e gritos de protesto, os manifestantes afirmavam que: ‘Feminicida não pode ser exemplo’; ‘Matar mulher é grave sim’; ‘Não compre ingresso, não pague para ver feminicida’; ‘Operário sim, assassino não’.

No último domingo (19), foi criado um grupo no WhatsApp intitulado “Bruno não”, para organizar a população e promover atos contra a vinda do ex-goleiro do Flamengo.

Além disso, desde o final de semana, imagens circulam nas redes sociais, em que aparece o clube com a estampa de “Vergonha da Fronteira”, fazendo trocadilho com o apelido do time que é “Chicote da Fronteira”.

Veja o comunicado:

Reprodução

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