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Funcionários do de e fazem uma desde a madrugada desta segunda-feira (10).

A greve foi motivada pela falta de pagamento do salário, que deveria ter ocorrido na última sexta-feira (07).

O sindicato dos funcionários do transporte público de Cuiabá dizem que o problema se arrasta há seis meses. Os e as fizeram um acordo coletivo que previa o pagamento do salário no quinto dia útil de cada mês, o que não aconteceria de fato.

Os funcionários alegam que recebem o salário somente a partir do dia 19 e 20 de cada mês.

Os trabalhadores prometem ficar com os braços cruzados até que os representantes das empresas deem um posicionamento sobre a situação.

A paralisação afeta 270 mil usuários e atinge 100% do transporte público da Grande Cuiabá.

A assessoria da Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (MTU) disse que as três empresas que atuam no setor tiveram dificuldades para fazer o pagamento, mas estão tentando viabilizar os salários.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), repudiou o que chamou de ‘greve surpresa’ dos motoristas do transporte coletivo da capital mato-grossense. O chefe do Executivo pontuou que o movimento é ilegal e que se não terminar ainda hoje, irá à Justiça para garantir o funcionamento do serviço.

“O movimento é ilegal, uma vez que acontece sem o aviso prévio de 72h estabelecido por lei. O transporte público é um serviço essencial e também um direito social, portanto, 30% da frota deveria ser mantida em circulação”, diz trecho da Prefeitura de Cuiabá.

A Secretaria de Mobilidade Urbana () autorizou que todos os veículos trafeguem em Cuiabá pelos corredores exclusivos para coletivos, nesta segunda-feira (10). A medida se estende até às 12h e deve diminuir os congestionamentos registrados nas avenidas de Cuiabá. A intenção é reduzir o impacto no causado pela paralisação dos motoristas de ônibus.

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