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Em 2010, lançou o livre “Ágape”, que se tornou um fenômeno editorial. Até abril, a obra bateu a marca de dez milhões de exemplares vendidos. Mas por ordem judicial teve sua venda proibida por causa de uma briga na Justiça.

Em 2012, Izaura Garcia de Carvalho Mendes acusou o de plágio em uma passagem do livro atribuída a Madre Teresa de Calcutá. Na época, um acordo foi feito, mas, em 2018, ela resolveu entrar com uma queixa-crime contra o sacerdote e a editora. A polícia investigou o caso e descobriu que Izaura tinha apresentado documentos falsos.

A escritora e as duas advogadas foram presas acusadas de de quadrilha, denunciação caluniosa, estelionato e uso de documento falso.

https://youtu.be/VjE-y1M1_34

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