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A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) investiga a denúncia de que uma funcionária da empresa Brinks teria passado informações a assaltantes que invadiram o Supermercado . A servidora teria passado o roteiro do forte atacado aos criminosos.

“Quem está falando isso é uma pessoa que demonstrou certo desequilíbrio aqui na frente. Tudo tem que ser analisado com calma”, afirmou o delegado Flabio Stringueta, titular da GCCO.

Após invasão ao supermercado e a morte dos três criminosos, a esposa de Dauan Félix da Silva chegou ao local, muito alterada e gritando que as informações sobre o trajeto do carro forte teriam sido repassadas pela funcionária na empresa de transporte de valores.

A funcionária citada foi agarrada por um dos criminosos e ambos caíram no chão. Para defender a colega de trabalho, outro se aproximou a atirou, com uma arma calibre 12, no suspeito que morreu no local.

https://youtu.be/-FmU8Q2dHYE

A denunciante foi ouvida posteriormente e confirmou a versão de que a vigilante teria ajudado os assaltantes. A servidora, por sua vez, negou qualquer envolvimento e disse que tentou atirar contra o suspeito quando este se aproximou dela, mas a arma falhou.

A arma da funcionária foi recolhida para perícia e o caso será apurado.

Durante entrevista, o delegado ressaltou que a Gerência já estava monitorando os passos dos suspeitos e que chegou ao local juntamente com o carro forte. Foi tentada a abordagem dos acusados, mas estes atiraram contra os policiais, que revidaram a mataram o trio.

Havia três suspeitos no interior da loja e outros dois dando cobertura. Estes dois últimos conseguiram escapar.
Conforme o policial, o grupo é uma “quadrilha organizada”, mas não tratada como uma “organização criminosa”.
“Criminosos desse tipo. Ladrões de carro forte, do novo cangaço não devem ser criados aqui no estado”, destaca.

As duas armas que estavam com os criminosos, uma metralhadora e um revolver, foram roubadas da Polícia Militar e da .