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A DHPP (Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa) localizou o corpo da operadora de call center Talissa Oliveira Ormond, desaparecida em 2013. O corpo dela estaria enterrado em uma casa no bairro Nova Conquista, em Cuiabá, onde também estaria o corpo de Benildes Batista de Almeida, desaparecida em 2014. Neste momento, policiais estão no local acompanhados pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas.

Talissa Oliveira Ormond estava desaparecida desde 2013 em Cuiabá — : Facebook/Reprodução

A operadora de call center Talissa de Oliveira Ormond, desapareceu no dia 3 de julho de 2013, quando foi vista pela última vez, aos 22 anos, deixando a sede da empresa em que trabalhava, ao final do expediente, na área central de Cuiabá.

Talissa portava apenas documentos e as da residência.

Segundo a DHPP, o último contato feito com a jovem foi no dia seguinte, quando ela faltou ao trabalho e uma funcionária ligou para o  dela.

Ela teria respondido com voz chorosa que achava que iriam matá-la. Desde então, não houve qualquer tipo de contato, nem com amigos, nem com familiares que residem no Jardim , na Capital.

A única informação é dia em que desapareceu um rapaz em uma moto aguardava a jovem diante da empresa. Testemunhas viram ela conversando com ele mas não souberam informar se chegou a deixar o local em companhia dele.

Mãe de três filhos, Benildes Almeida, na época com 40 anos, sumiu no dia 16 de maio de 2014, quando deixaria Cuiabá para retornar a Europa onde morava e trabalhava há cinco anos. Desde então, a família não tem nenhuma notícia.

Leize Tocantins, irmã de Benildes, contou, segundo o Gazeta Digital, que procurou a Polícia Federal meses depois do desaparecimento, e após investigações foi informada de que Benildes não teria deixado a capital.

“Eles disseram que não há registro de passaporte dela, e que ela não teria saído daqui”, afirmou a irmã

Para a polícia, a demora em procurar ajuda dificultou ainda mais a localização de pistas. “Como havia tido um desentendimento com a gente, por coisas que o companheiro dela colocou na cabeça dela, achamos que estava com raiva e por isso não nos dava notícias. Mas o tempo foi passando e eu vi que algo estava errado”, ponderou Leize.

A polícia não informou se o suspeito foi preso e nem a motivação dos crimes.

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