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Cerca de cem crianças que têm alergia a proteína do leite de vaca (APLV) estão sem o leite em pó, que possui uma fórmula diferenciada para estes casos. O alimento é provido pela (215 km de ), mediante solicitação médica e tramitação jurídica, e está em falta há pouco mais de um mês. Segundo a Secretaria de de Rondonópolis em até 30 dias será feita a reposição.

Questionado sobre o problema, o coordenador de Assistência Farmacêutica de Rondonópolis, Marcelo Henrique de Souza Rosa, informou que a solicitação da compra dos mantimentos em falta já foi realizada. Quando aprovada a compra, a empresa responsável pelo fornecimento do leite tem ainda mais 30 dias para realizar a entrega na farmácia.

Acesso

Perante solicitação médica e passagem pela Justiça, as mães têm acesso gratuito ao leite que custa entre R$ 100 e R$ 350 no mercado.

Vanessa conta que para ter acesso ao leite para o seu filho, ela precisou inicialmente do laudo atestando a APLV e, em consequência, a necessidade do leite especial. Depois acionou a Defensoria Pública para que entrasse com uma ação contra a Prefeitura e Secretaria de Saúde para que seja feita a liberação do leite pelo juiz. O leite é liberado na farmácia judicial, onde também é feita a retirada pelas mães. Todas as mães precisam passar por este processo.

Em meio a ação, é estipulado também o número de latas de leite em pó destinado a cada mãe e a data para o recolhimento na farmácia. A retirada é feita somente uma vez ao mês. No caso de Vanessa, seu filho tem a realizar a retirada de 12 latas a cada trinta 30 dias.

Doação

Diante a situação, Vanessa está recebendo de leite em pó e repassando para as mães conforme a necessidade. Ela conta que recebe latas até pelo correio e prefere não receber doações em dinheiro para poder garantir a qualquer um o destino final das doações.

Para realizar as doações, o endereço é Avenida Beija Flor, 1562, Parque Universitário, em Rondonópolis. Para envios via correio, o CEP é 78750225.