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A direção e estudantes de uma Escola Estadual, em Cáceres (219 km de ), descobriram na manhã da última sexta-feira (15), um grupo no aplicativo Telegram intitulado “Massacre no …”, onde um aluno de 17 anos administrador do grupo faz ameaças de que irá realizar um massacre na unidade escolar nos próximos dias.

Segundo informações da , ele foi denunciado por volta das 17h por pais e gestores da escola. O estudante de 17 anos deve ser acionado pela Delegacia Regional de Polícia Judiciária Civil de Cáceres, e deverá responder por ato infracional análogo ao crime de ameaça e apologia ao crime.

No grupo, os estudantes marcam encontros para fazerem uso de entorpecentes, e até marcam roubos. A reportagem teve acesso às conversas no Telegram, na qual o rapaz sugere a possibilidade do mesmo crime brutal  de Suzano ocorrer na escola, uma das escolas públicas mais tradicionais de Cáceres.

O denunciante dos fatos disse aos policiais que as conversas no referido grupo são horríveis, e que os alunos estão se divertindo com a tragédia de Suzano.

Diante dos fatos, o Delegado de Polícia, Alex Cuyabano orienta aos pais que se atendem aos seus filhos, que prestem atenção ao e ao computador para verem o que estão falando e acessando.

No do jovem há vários sinais de apologia à violência. Em uma de suas fotos aparecem armas, e outros tipos de apologia ao crime.

Caso de Suzano

O Massacre de Suzano ocorrido em 13 de março de 2019, na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, em São Paulo. A dupla de atiradores Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, ambos ex-alunos, mataram cinco estudantes e duas funcionárias da escola. Antes do ataque, num comércio próximo à escola, a dupla também matou o tio de um dos assassinos. Após o massacre, um dos atiradores matou o comparsa e em seguida cometeu suicídio.

O crime aconteceu por volta das 9 horas e 30 minutos da manhã de quarta-feira do dia 13 de março de 2019, na Escola Estadual Professor Raul Brasil, localizado na rua Otávio Miguel da Silva, no bairro Jardim Imperador, no município de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo.

De início, estudantes, e vizinhos acharam que eram apenas bombinhas juninas fora de época. Em instantes, perceberam que estavam em perigo diante dos rapazes, que invadiram o local com a intenção de matar o maior número de pessoas possível. Guilherme atirava com um revólver em quem passasse pela frente, enquanto Luiz Henrique alternava golpes com uma machadinha e lançava dardos com uma besta. Na mochila, ele carregava coquetéis molotov – que não foram usados. O ataque demorou cerca de 20 minutos.

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