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No último final de semana, o deputado estadual, Delegado Claudinei (PSL) visitou o Irmã Elza Giovanella e a , constatando, segundo ele, que ambas unidades passam por uma situação crítica para manter os atendimentos.

Assessoria

Na visita que fez no último sábado (16) à Santa Casa de Rondonópolis (215 km de Cuiabá), o deputado, acompanhado do vereador, Hélio Roberto Pichioni (PSD), entraram em contado com a diretoria da unidade que informou aos parlamentares que a gestão passada do deixou uma dívida de R$ 17 milhões.

“A Santa Casa de Rondonópolis realiza cirurgias de alta complexidade, conta com Unidades de Tratamento Intensivo (’s) infantil e precisa da nossa atenção. Ficou uma dívida enorme do governo anterior, algo em torno de R$ 17 milhões e se a gente não contar com o apoio do atual governo, a Santa Casa corre o risco de fechar as portas. Precisamos buscar os recursos necessários. Os médicos estão sem receber salários há três, quatro meses e sem eles não tem como a Santa Casa funcionar”, disse.

Ainda na sexta-feira (15), o parlamentar esteve reunido com diretora do Hospital Regional de Rondonópolis Irmã Elza Giovanella, Caroline Campos Dobes Conturbia Neves. Em novembro do ano passado, a unidade passou por uma intervenção total da Justiça Federal, com bloqueio de R$ 13 milhões do estado, que deveriam ser repassados para a unidade de saúde, além de R$ 3 milhões do Instituto Gerir, Organização Social (OS) que, até então, administrava a unidade. A unidade passava por sérios problemas estruturais, como falta de insumos básicos e atraso no pagamento dos funcionários.

“Vimos que as obras do hospital regional estão bem adiantadas. Vimos também a questão dos que aqui atuam e que estão com salários parcelados e 13º atrasado, além de problemas com os servidores contratados ainda a época pelo Instituto Gerir”, pontuou.

O deputado ressalta ainda que a situação da saúde é critica em todo estado de . “Durante a eleitoral, eu disse que a saúde não pode esperar. Precisamos do apoio dos outros deputados estaduais, federais e senadores porque a situação é crítica e quem mais sofre com a falta de atendimento devido são as pessoas”, concluiu.