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Os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em estão há seis meses sem pagamento, segundo o governador do estadoMauro Mendes.

“O governo está quebrado e deve Deus e todo mundo. Aqui o Samu está há seis meses sem pagar o servidor. Tenho que pegar algum e ir lá pagar, porque eles estão trabalhando”, declarou Mauro Mendes.

Por causa da falta de pagamento, os profissionais cogitaram demissão, mas mantiveram os serviços depois que o governo prometeu uma solução.

A ameaça de demissão em massa foi informada em uma carta aberta escrita e divulgada pelos médicos na segunda-feira (7).

“Infelizmente chegamos ao cúmulo de seis meses de atraso salarial, ficando assim inviável manter o vínculo com a instituição, pois como qualquer trabalhador somos merecedores de receber nosso salário, este conseguido pelo suor derramado em nossas fúlgidas fardas azuis”, diz trecho do documento.

Um dia depois, o governo se reuniu com representantes da categoria e prometeu uma solução.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, informou na manhã da última terça-feira (08) que os serviços do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) estão mantidos, tranquilizando, assim a população.

Com o objetivo de estabelecer uma relação de confiança, Gilberto se reuniu com representantes dos médicos que trabalham no Samu, e, durante uma conversa franca, garantiu aos profissionais que a SES está trabalhando para encontrar uma solução imediata, regularizando quaisquer pendências.

A SES informa, ainda, que até o mês de agosto foram liquidados todos os débitos com a empresa Universal Med que prestava serviços ao Samu e houve também, por determinação da justiça, o depósito em uma conta judicial do valor de R$ 406.899,03. Também foi feito o pagamento do mês de setembro à empresa Proclin, que substituiu a Universal MED, e o mês de outubro já está empenhado e liquidado para pagamento, assim que for aberto o orçamento. A SES reforça que os pagamentos estão dentro dos prazos de 90 dias.

A frota do Samu foi renovada 100% em 2018, quando, em maio, foram incorporadas 8 novas ambulâncias. No final de dezembro foram entregues mais 6 ambulâncias novas ao Estado. Na atuam na Capital 6 ambulâncias (2 avançadas e 4 básicas), distribuídas em 6 bases, 3 ambulâncias em Várzea Grande (2 básicas e 1 avançada) e também 1 base em Poconé e outra em Chapada dos Guimarães. Para atender as ocorrências, o Samu conta ainda com mais cinco ambulâncias reservas.

A ambulância avançada é composta por condutor, e pessoal da enfermagem; e a ambulância básica é integrada por condutor e pessoal da enfermagem (1 e um técnico de enfermagem ou dois técnicos de enfermagem). Em um período de 24 horas, 11 médicos estão à disposição e este número inclui 5 profissionais que ficam na Central de Regulação, dos quais 3 no período diurno, das 7h às 19h, e mais 2 no período noturno, das 19h às 7h.

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