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Os da de Rondonópolis (215 km de Cuiabá), continuam sem receber os salários e o primeiro serviço que pode parar será o atendimento no setor da obstetrícia.

O Estadual não conseguiu avanços na intermediação com o Governo do Estadual no que diz respeito ao repasse dos recursos prometidos ao hospital.

Os da unidade hospitalar estão com os salários atrasado desde o mês de julho. Recentemente, o corpo clínico se reuniu para as primeiras deliberações, que indicaram que a suspensão dos demais atendimentos pode ocorrer a qualquer momento. Caso isso se concretize, um dos setores mais prejudicados será o da maternidade e o atendimento nas UTIs.

Um dos fatores que vem prejudicando as finanças da Santa Casa, além dos atrasos de repasses, é o déficit acumulado desde o ano de 2015 (valor não informado) e dos custos frequentes devido aos recorrentes atrasos.

O déficit acumulado das UTIs, devido à mudança na forma de pagamento, também é citado como motivo para a crise financeira.

A alegava que o leito de UTI custa por dia para ser mantido R$ 1.800,00. O Estado pagava R$ 1.500,00, mas em junho de 2017 reduziu de forma unilateral, por meio de portaria, para R$ 1.300,00.

Segundo o hospital, essa decisão gerou de junho de 2017 a maio de 2018 um déficit de mais de R$ 3,2 milhões nas contas do filantrópico.