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O Hospital Regional de Irmã Elza Giovanella retomou as atividades de rotina nesta terça-feira (13) com atendimentos de urgência e emergência, cirurgias ortopédicas e o recebimento de pacientes regulados pela Central de Regulação e pelo Consórcio Regional de Saúde de Mato Grosso (Coress). De acordo com a Secretaria de Saúde, os insumos e medicamentos já foram comprados pelo Instituto Gerir e estão sendo repostos no hospital. A previsão é que nos próximos dias todos os serviços sejam retomados.

O Governo do Estado informou que os atendimentos aos pacientes de outras cidades da região já estão sendo feitos. A Pasta também disse que desde ontem o secretário-adjunto de Gestão Hospitalar, Cassiano Falleiros, e sua equipe, está trabalhando em conjunto com a diretoria.

Segundo assessoria de imprensa, o Hospital Regional de tem passado por uma série de transformações que vão desde a ampliação do atendimento à reforma estrutural da unidade, que há muitos anos estava sem reforma ou manutenção. Atualmente, o setor de Emergência possui oito lugares na sala de espera e 11 leitos. Com a ampliação, contemplará 20 leitos, sendo dois boxes vermelhos, dez boxes amarelos, cinco observações verdes, um isolamento e duas observações pediátricas, com uma ampliação total de 101,40 m² na área construída.

A reforma da recepção social também está sendo projetada. A área de 116,11 m², além de contar com sala de triagem, terá espaço moderno e confortável para acomodar os acompanhantes e visitantes.

Atrasos de salários 

Com até quatro meses de atrasos nos salários e falta de insumos básicos, médicos do Hospital Regional de Rondonópolis (a 218 quilômetros de Cuiabá), decidiram pela paralisação dos serviços e informaram a imprens na última segunda-feira (12).

De acordo com o diretor do Sindicato dos Médicos do Estado de Mato Grosso (Sindimed-MT), Pedro Maggi, a situação se tornou insustentável após sucessivos atrasos nos pagamentos da Instituição Gerir, que administra o Hospital por meio de dispensa de licitação, uma vez que se trata de um contrato emergencial. “Existe um limite. E esse limite foi ultrapassado. Não há mais condições para se trabalhar sem material, tampouco sem receber”, disse.