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Um documento da coordenação de anestesiologia do , encaminhado na última quarta-feira (21) para a Farmácia Central, demonstra a preocupação com a falta de sevoflurano, medicação indispensável para a realização de anestesia geral.

O ofício ainda diz que duas salas cirúrgicas da unidade poderão ser interditadas, pois dependem diretamente da aquisição do medicamento para funcionar.

É mais um capítulo da grave crise que assola o hospital referência em urgência e emergência para toda região Sudeste de Mato Grosso.

Nos últimos dias, prestes a fechar as portas, a Prefeitura de Rondonópolis decidiu interceder e realizar uma compra de R$ 400 mil, sem licitação, para que o Hospital Regional não parasse por completo.

Ofício da coordenação de anestesiologia do HR, relatando falta de medicamentos/ Reprodução

Diante do caos, o decidiu enfim agir e realizou uma espécie de intervenção administrativa na unidade. O HR também recebeu medicamentos e insumos de uma compra que havia sido realizada pelo Instituto Gerir, organização social que administra o hospital. Todas as medidas, pelo que demonstra o documento recebido pela reportagem, não surtiram efeito.

Na tarde de hoje (22), está prevista para acontecer uma coletiva de imprensa no Hospital Regional, com a presença do superintendente técnico do Instituto Gerir, o médico José Mário Teles e o secretário-adjunto de Gestão Hospitalar, Cassiano Falleiros.

O convite destaca apenas que serão feitos esclarecimentos de fatos importantes acerca da gestão do HR.

Vale ressaltar que o contrato entre o Instituto Gerir e o Governo de Mato Grosso, para a administração do hospital de , vence na próxima terça-feira (27).