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Em nota enviada à mídia neta terça-feira 30, Sérgio Moro, juiz responsável pela em Curitiba, se disse honrado pela menção de seu nome por Jair Bolsonaro para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal ou o comando do Ministério da Justiça.

“Apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão”, disse o magistrado.

Em entrevista ao SBT, Bolsonaro afirmou que pretende fazer o convite. “Se fosse antes das eleições, poderia soar como oportunismo”, disse Bolsonaro, que o chamou de “pessoa excepcional. “Tem um respaldo muito grande da população e tem conhecimento. Na área da Justiça, pode ser um grande parceiro no combate à corrupção”.

O eleito poderá indicar dois novos ministros para o STF, já que Marco Aurélio Mello e Celso de Mello vão se aposentar compulsoriamente durante seu governo.

Reportagem do jornal O Globo da segunda-feira 29 já apontava que Moro não descartar a possibilidade de aceitar o cargo de ministro ou uma indicação à mais alta Corte do País.

A interlocutores, o juiz teria afirmado que a vantagem de integrar a equipe do presidente eleito seria afastar o temor de alguns setores da sociedade de uma quebra do Estado Democrático de Direito.

A reportagem diz que, embora Moro não tenha manifestado apoio público ao presidente eleito, ele dizia a interlocutores que a volta do PT ao poder seria inaceitável.

Logo após a vitória de Bolsonaro no domingo 28, o juiz o parabenizou e sugeriu reformas na e na Administração Pública, para resgatar “a confiança da população na classe política”.

Também no domingo 28, sua mulher, a advogada Rosângela Moro, comemorou a vitória de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. Em seu Instagram, ela se disse “feliz”, ao mostrar um vídeo com o Cristo Redentor apontando para o número 17.