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O candidato do PSL à , Jair , afirmou nesta sexta-feira (5) que um eventual governo dele terá “no máximo” 15 ministérios.

Atualmente existem 29 ministérios. Bolsonaro não disse quais pastas cortará, embora já tenha dito que unificará algumas, entre as quais Agricultura e Meio Ambiente, além de e Planejamento.

A declaração sobre o número de ministérios foi dada durante uma transmissão ao vivo no Facebook ao lado dos filhos Eduardo e Flávio Bolsonaro, além do general Augusto Heleno, e de uma intérprete de Libras.

“Nós temos tudo para ganhar no primeiro turno e ganharíamos três semanas para montar um ministério enxuto, com no máximo 15 ministros, que possa representar os interesses da população, não de partidos”, acrescentou.

O primeiro turno da eleição está marcado para este domingo (7) e o segundo, para 28 de outubro.

De acordo com a  Datafolha mais recente, divulgada nesta quinta-feira (4), Jair Bolsonaro (PSL) aparece em primeiro lugar com 35% das intenções de voto; Fernando Haddad (PT), 22%; Ciro Gomes (PDT), 11%; Geraldo Alckmin (PSDB), 8%; e Marina Silva (Rede), 4%.

 

Durante a transmissão desta sexta-feira, Bolsonaro afirmou que “desconfia” estar “bem à frente”. Por isso, acrescentou, é preciso “evitar” o segundo turno entre ele e Haddad porque o PT, na opinião do candidato, “tem muito mais munição, e poder de fogo”.

“Nós desconfiamos do voto eletrônico. Vamos acatar qualquer resultado, não há dúvida que vamos acatar. Mas logicamente que não temos forma de fazer auditoria”, afirmou.

Na semana passada, Bolsonaro disse que não respeitará o resultado da eleição se ele não for eleito. Depois, em ao jornal “O Globo”, disse que quis dizer que não telefonará para Fernando Haddad se perder para o petista.

Numa outra transmissão no Facebook, nesta semana, afirmou que respeitará o resultado, mas desconfia da “lisura” do processo e por isso não telefonará para Haddad se perder.

Respeito ao resultado

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já testou as urnas, e a presidente da Corte, Rosa Weber, tem declarado que contestar o equipamento é uma crítica “desconectada da realidade”.

Na semana passada, o presidente da Ordem dos Advogados do (OAB), Claudio Lamachia, divulgou uma nota pedindo às forças políticas que assumam o compromisso de respeitar o resultado da eleição.

Também na semana passada, o presidente do Supremo Tribunal Federal (), Dias Toffoli, disse acreditar que “ninguém se arriscará” a “desafiar” a democracia.

Agenda de campanha

Bolsonaro passou esta sexta-feira em casa. Em entrevista a uma rádio, afirmou que retomará as obras inacabadas