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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) deferiu neste sábado (15) a candidatura do deputado estadual (DEM), que irá disputar a reeleição. A decisão seguiu o parecer do Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral, que deu o parecer favorável ao registro da candidatura do parlamentar.

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Savi, que foi o deputado mais votado nas passadas, com 55,2 mil votos, estava detido no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) até o dia 24 de agosto por suposto envolvimento em fraudes e desvios de recursos públicos no Departamento Estadual de ().

O seu partido, o Democratas, a princípio foi contra a sua candidatura por estar preso, porém com sua sida da prisão, após mais de 100 dias detido, o parlamentar conseguiu viabilizar condição de disputar o pleito com a desistência do empresário Jeremias Prado dos Santos (DEM).

Na operação em que o deputado foi preso, batizada de ‘Bereré’ também foram presos o ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques, o advogado Pedro Jorge Taques, e os empresários Roque Anildo Reinheimer, José Kobori e Claudemir Pereira dos Santos, o “Grilo”.

Entre as medidas cautelares impostas a Savi está a proibição de que deixe sua casa entre 18h e 6h da manhã. Ele ainda deverá comparecer mensalmente em Juízo, por um período de seis meses, para informar e justificar suas atividades. O parlamentar também não pode deixar o país.

De acordo com o do Democratas, deputado federal Fábio Garcia, após a desistência de Jeremias, houve uma votação dentro da sigla e a maioria concordou o pedido de registro de candidatura.

O candidato ao , e o candidato ao Senado, Jayme Campos foram contrários ao pedido do deputado.