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Quando o empresário Moisés da Silva Rodrigues, 36 anos, de (a 696 Km de Cuiabá), saiu para pescar neste final de semana, em uma represa a 65 Km da cidade, não imaginou que poderia quase morrer, sendo atacado por uma “baita” sucuri. Mas foi o que aconteceu.

Moisés Rodrigues é empresário do ramo da constução em Joara, mas nas horas vagas não deixa de pescar e olha ele mostrando a sucuri que o atacou (Arquivo Pessoal) | Reprodução

Uma cobra de 3 metros e 20 centímetros pulou no rosto do pescador, no momento em que ia levando o barco até uma árvore, que nasceu dentro do manancial, para amarrá-lo nela. “Quando eu levantei a mão, assim, para amarrar o barco, ela pulou na minha cara e nessa hora eu segurei a sucuri pelo pescoço. Ela é muito forte, mas eu fiquei bem calmo, e controlei o animal, com a ajuda de um colega, que estava em um barco logo atrás”, relata. A cobra rasgou a face dele, que ficou toda ensaguentado.

Apesar do ataque, Moisés – que é um amante da natureza – não quis matar a cobra. Resolveu soltá-la mais para frente na represa, em local que considerou fora de perigoso a pessoas e outros bichos. “Ela estava em casa, a gente que invadiu a área dela”, reconhece.

Depois disso, ele foi para o hospital, onde começou a tomar antibiótico e levou três pontos. No caso, o soro antiofídico não é necessário, porque a sucuri não é venenosa.

Típica do , tem fama pela força, capaz de capturar um boi. Ao imobilizar a vítima, ela mata por asfixia. Mas desta vez levou a pior.

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