Anúncios

Um grupo de do campus local da Universidade Federal de (UFMT), em greve por tempo indeterminado contra a proposta da administração da universidade de aumentar o preço das refeições servidas no Restaurante Universitário (RU), realizou um protesto na tarde de ontem (22) no centro da cidade. O protesto tinha como objetivo chamar a atenção da sociedade local para o problema vivido pelos estudantes, que estão na iminência de terem que pagar o valor integral pelas refeições, que atualmente são subsidiadas pela instituição.

Protesto dos estudantes contou com pit stop nas ruas Fernando Correia da Costa e Arnaldo Estevan, exibindo faixas e cartazes – : Denilson Paredes

De acordo com a secretária do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Luana Kawamura, o ato faz parte de uma programação dos estudantes para “dialogarem” com a sociedade sobre os motivos que levaram-nos a pararem as aulas. “Nós tiramos uma programação de atividades para o período da nossa greve e toda terça-feira, enquanto durar o movimento, nós vamos vir até a Praça Brasil para fazermos cartazes, levarmos atrações artísticas e, principalmente, dialogarmos com as pessoas, até para mostrarmos que essa é uma greve de estudantes, mas se aumentarem os preços no RU muitos filhos de não vão mais poder fazer faculdade, principalmente se o for integral, como é o caso da Zootecnia, do qual sou aluna. A nossa ideia é mostrar que essa luta não é só nossa”, afirmou.

Ainda de acordo com a líder estudantil, a intenção dos estudantes também é mostrar que os mesmos estão mobilizados e conquistar apoio popular para o seu movimento. “O que nós queremos mesmo é explicar os motivos da nossa para a sociedade, até porque essa não é uma luta apenas contra o aumento no preço do RU, mas a favor da , pois o País não evolui sem uma educação pública e de qualidade para todos. O que nós entendemos é que estão fazendo cortes nas verbas da educação e, se não dermos um basta nisso, logo não teremos mais educação pública no Brasil”, concluiu.

O protesto dos estudantes durou cerca de duas horas e os mesmos fizeram pit stop nas ruas Fernando Correia da Costa e Arnaldo Estevan, exibindo faixas e cartazes com dizeres contra o aumento no preço das refeições e contra a privatização do ensino público superior.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.