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O das Forças Armadas para liberar estradas ocupadas por , determinado na sexta-feira, 25, pelo governo (), é ‘inadmissível‘, para a Anistia Internacional. A ONG de defesa dos considera o uso dos militares ‘extremamente preocupante‘. A atuação, acredita, cerceia a ‘liberdade de expressão e manifestação‘ dos grevistas e pode desencadear ações violentas.

‘O papel das Forças Armadas não é atuar em protestos, manifestações e greves. A liberdade de expressão e manifestação são um direito humano. As partes envolvidas em uma manifestação e as autoridades relevantes devem encontrar um caminho de negociação e uma saída pacífica para os eventuais impasses encontrados‘, diz nota da Anistia.

‘Enviar as Forças Armadas é grave erro e pode levar a uma escalada da violência. Além disso, o precedente de convocação e autorização para que as Forças Armadas atuem nacionalmente é mais um passo inadmissível no caminho da militarização da gestão das políticas públicas,‘ afirma a diretora da Anistia no Brasil, Jurema Werneck, em nota.

Temer solicitou que governadores tomem a mesma medida em seus estados, como forma de liberar a passagem nas rodovias de cargas como combustíveis e alimentos. ‘A Anistia Internacional reivindica que o governo federal recue na sua decisão e que os governos estaduais não lancem mão das Forças Armadas para atuar em protestos e manifestações‘, afirma a nota da ONG.

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