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O desaparecimento do engenheiro agrônomo Éder Tadeu Maciel da Costa, de 29 anos, completou um ano neste sábado (5), sem nenhuma pista do paradeiro dele.

Nem a Polícia Civil de , a 736 km de , que investiga o caso, nem a família dele têm indícios do que aconteceu com o agrônomo.

Trinta dias antes de desaparecer, Éder tinha se mudado para Água Boa em abril de 2017 para trabalhar. A família ficou em , a 269 km de Cuiabá.

O último contato da família com Éder foi no dia 4 de maio de 2017. Éder sairia da região e iria até Canarana (a 838 km de Cuiabá), para fazer um trabalho.

“Nós precisamos de uma resposta, seja com ele vivo ou morto. Estamos seguindo em frente, mas não temos nenhuma resposta ou pista do que aconteceu”, disse ao G1 Letícia Mendes, mulher do agrônomo.

Antes de sumir, ele deixou marcas em uma lavoura de milheto, cujas imagens foram capturadas com um drone. A caminhonete da empresa em que ele trabalha foi encontrada abandonada em uma plantação.

Na época, a polícia disse que não havia marcas de sangue no veículo e nenhuma pista do que poderia ter acontecido com a vítima.

De acordo com a família, nenhuma movimentação bancária na conta dele foi feita desde o desaparecimento. O dele também não registrou ligações ou mensagens.

A polícia fez buscas na lavoura onde a caminhonete foi deixada, mas também não encontrou nenhum vestígio ou pista sobre o agrônomo.

Apesar do tempo que passou, Letícia diz não ter perdido a esperança de reencontrar o marido.

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