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Em consequência da greve dos caminhoneiros que já dura oito dias, comerciantes e consumidores de afirmam que as mercadorias em estoque ou já acabaram ou está no fim. Por isso, os preços aumentaram e consequentemente a qualidade diminuiu. Segundo o feirante Thiago Nogueira, os preços dos legumes já apresentam alta no valor em relação à semana passada.

O saco de batata que variava entre R$ 70 e R$ 90, passou a custar R$ 300.“É uma situação difícil,temos clientes fixos e não podemos elevar os preços para eles. Com isso, o lucro caí e acabamos perdendo. O estoque diminuiu, os preços aumentaram e, em consequência, os clientes sumiram”, afirmou.

Gilson Jader, que também é feirante, conta que além da batata, o tomate sofreu uma grande alteração no preço. “Devido ao aumento  da  procura,  os  produtores  regionais  aumentaram  muito os  preços. O  saco de  tomate  que  eu  comprava  antes da  greve por  R$  60,  agora  tenho  que  comprar por R$  200”, relatou.

Por conta da alta nos preços, a comerciante Nilzabete de Souza diz que não consegue recolocar a mercadoria no estoque.

“Não tem nada. Tomate, cebola, repolho que era o que mais vendia, não tem mais em estoque. As mercadorias estão presas nos caminhões. Os lugares que ainda estão vendendo em sacas, não consigo comprar, é tudo muito caro”, disse.

Os estabelecimentos comerciais de  estão  sem receber cargas de produtos e estão limitando a quantidade de produtos comprados pelos clientes. Em do Leste o preço do kg da couve-flor chegou a custar R$ 20. O estabelecimento, no entanto, negou que o valor tenha relação com a greve dos caminhoneiros. Na capital, mercados atacaditas já colocam placas alertando sobre a possível falta de mercadorias.

Orientação

Em nota, o -MT, alertou os consumidores em relação aos valores abusivos. De acordo com o órgão, os clientes que se sentirem lesados, deve procurar o Procon e apresentar o cupom fiscal de compra para fazer a denúncia.

Colaborador Brenda Sloss – Supervisão Editoria

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