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Os do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), incluindo os médicos, que prestam serviços ao , através da empresa terceirizada Universal Med, estão sem receber seus salários desde novembro de 2017. Um dos , que preferiu não se identificar, explicou que a situação não está próxima de se resolver e provavelmente deve entrar no quinto mês sem receber um tostão.

É uma crise que está instalada no Samu de Cuiabá. Um atraso salarial imenso, a ultima vez que recebemos foi em novembro de 2017, ninguém mais suporta esta situação. Passamos pelo mesmo no ano passado e a coisa não muda. No Samu, dizem que os documentos já foram enviados para a Secretaria de Estado de (SES) há dias, mas ninguém se move”, explicou o funcionário.

O funcionário ainda acrescenta que “a mulher da empresa vem de vez em quando. Coloca que não foi conseguido contato. Essa empresa é aquela que ninguém sabe onde fica, nem onde tem sede. Só sabemos que é de Curitiba (PR). Não atendem telefone”.

Em resposta à reportagem, a (SES) informou que “as notas para emissão de pagamento já foram protocoladas no setor financeiro da SES/MT, assim que houver fluxo de caixa o pagamento será realizado”.
O contrato entre o Governo do Estado e a Universal Med Assessoria e Gestão em Saúde foi prorrogado em outubro do ano passado, com vigência de doze meses, até o dia 5 de outubro deste ano. O valor do contrato (nº 068/2016/SES) é de R$ 4,290 milhões. A empresa presta serviços em atendimento pré-hospitalar de Urgência e Emergência, para o Samu, em regime de plantões sucessivos de 12 horas.

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