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A terceira estimativa de 2018 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 229,5 milhões de toneladas. Apesar do decréscimo de 3,4% em comparação à safra passada, que chegou a 237,7 milhões de toneladas, o número é ainda bastante elevado, se considerada a média de produção no Brasil em condições atmosféricas normais. Os dados foram divulgados no 7º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento ().

Nesse cenário, para são previstas 61,19 milhões de toneladas contra 61,98 milhões toneladas do ano passado. Ainda com a reducão, o Estado figura como líder de produção.

Mesmo com a redução prevista para  safra 2017/18, o  ministro da Agricultura e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, comemorou os resultados.

“Nada melhor do que estar em missão fora do país e receber boas notícias da agricultura brasileira. Ontem saiu o resultado do 7° levantamento da Safra de Grãos 2017/2018 feito pela Conab. A estimativa é de 229,5 milhões de toneladas de grãos. A segunda maior safra da até agora. A primeira maior que alcançou o recorde nacional foi a do ano passado com 237,7 milhões de toneladas”, declarou por meio de rede social. Maggi está na Bélgica, participando de um encontro visando ampliar o mercado da carne brasileira.

Ainda conforme a Conab, a  soja é a maior responsável pelo desempenho exemplar da produção. A leguminosa deve alcançar 114,9 milhões de toneladas. O algodão em pluma novamente marca presença neste levantamento, com uma produção de 1,9 milhão de toneladas, que representa 21,8% a mais que a safra anterior. O feijão segunda safra também obteve bom desempenho e deve colher 1,29 milhão de toneladas, com aumento de 7,3%.

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