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Contribuição para o Programa de Integração Social (), da Seguridade Social (COFINS), sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (), iluminação pública, além de inadimplência de clientes. Todos os itens citados estão embutidos na fatura de energia, e correspondem a 40% do valor total da fatura.

Na última semana, o diretor-presidente da , Riberto Barbanera, disse que dos impostos arrecadados, cerca de 20% são destinados à concessionária, e os outros 20% para arrecadação de impostos federais, estaduais e municipais.

“Percentualmente, 20% dos valores arrecadados em uma , fica para a distribuidora Energisa Mato Grosso. Para a gente pagar o pessoal, contratar serviço, pagar material, investir no setor, melhorar a qualidade, e fazer todas as nossas operações. Outros 40% nós compramos energia dos produtores, geradores, e pagamos aos transmissores. E outros 40% são tributos, PIs/ Confins no âmbito federal, ICMS na escala estadual, e a CIPE que é a contribuição para manutenção da iluminação pública, que é repassado aos municípios”, disse ele, que na oportunidade aproveitou para anunciar um aumento no reajuste da energia.

O reajuste na tarifa da energia, proposto pela () deve começar a valer a partir do dia 8 de abril. Para consumidores residênciais, o aumento previsto é de 8,4%, para pequenos comércios, que são conectados a rede de alta tensão, o aumento é de 10,62%. Já para os clientes industriais, o reajuste é de 2,5%.

O presidente também ressaltou que não há sinalização por parte do Governo para uma possível negociação para a redução do ICMS. No entanto, segundo ele, a concessionária busca uma alternativa para tentar reduzir a fatura dos consumidores

“O que a Energisa faz é tentar comprar uma energia cada vez mais barata para poder baratear o custo da compra. A gente busca conversar, mas é uma questão de legislativo, é uma questão dos governos. Somos simplesmente agentes arrecadadores”, contou.

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