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A afirmou que irá investigar a origem de áudios com ameaças de supostos ataques a agentes penitenciários que estariam circulando em redes sociais após o motim realizado por presos da (PCE), em Cuiabá, na terça-feira (20). O caso deverá ser apurado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

Polícia instaurou inquérito para apurar morte de detento durante contenção de motim dentro da PCE, em Cuiabá (Foto: TV Globo)

Durante o motim, um preso, identificado como Jesuíno Cândido da Cruz Júnior, de 28 anos, morreu e outros quatro detentos ficaram feridos. A morte, segundo a polícia, é investigada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O preso foi identificado como Jesuíno Cândido da Cruz Júnior, de 28 anos, que estava no raio 3. Ele havia sido transferido da Cadeia Pública de para a PCE em outubro de 2017 e cumpria pena por tráfico de entorpecentes e roubo, segundo a Secretaria Estadual de Justiça e (-MT).

Conforme a polícia, a causa preliminar da morte é apontada como perfuração de arma de fogo (PAF), que teria sido provocada por disparo no momento de contenção dos presos, feita por agentes lotados na unidade e equipes do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) e Serviço de Operações Penitenciárias Especiais (SOE).
Motim

O motim de presos ocorreu nos raios 3 e 4 da PCE, onde estão custodiados 850 presos. Segundo a Sejudh, o ato dos detentos foi em protesto às ações de revista feitas nas celas.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen-MT), durantes as revistas, foram encontrados e apreendidos 78 celulares, cinco facas artesanais, fones de ouvido, 1,6 kg de e carregadores de celular.

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