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A Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do () determinou que a retire imediatamente os micro-ônibus (taxi-lotação) que circulam pela capital. A decisão precisa ser cumprida no prazo de 72 h, sob pena de diária de R$ 5 mil.

A decisão foi proferida no julgamento de um Recurso de Agravo de Instrumento, com pedido de efeito suspensivo, interposto pelo Município de , contra a decisão proferida pelo Juízo da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública da Capital, que, nos autos da Ação de Obrigação de Fazer, ajuizada pela empresa Integração Transportes Ltda, deferiu a antecipação da tutela determinando que o município retire os micro-ônibus que circulam nas linhas da empresa Integração.

Ao julgar o recurso, o desembargador Marcio Vidal, relator do processo, observou que o recurso perdeu o objeto, tendo em visa não persistir mais o interesse recursal, pois o mérito da causa já havia sido decido pelo juízo de primeiro grau.

“Desse modo, estando decidido o mérito do processo, não mais persiste o interesse no presente Agravo de Instrumento, visto que esse acontecimento processual, a toda evidência, esvaziou seu objeto, e, por isso mesmo, deve ser considerado prejudicado”, ressaltou o relator Marcio Vidal.

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