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Seguindo uma série de reajustes anuais, abril começa com aumento no valor dos , comprometendo uma parcela maior do orçamento dos consumidores. Para o cálculo são considerados Índice de Preços ao Consumidor Aplicado (IPCA), a produtividade do setor farmacêutico, preços relativos intrassegmentares e os preços relativos entre setores. Para driblar as alterações e economizar a principal dica ainda é a pesquisa, facilitada atualmente por aplicativos de busca que apontam diferenças de até 900% entre produtos.

É o caso do Consulta Remédios, que possui 100 mil usuários em Mato Grosso e mais 2.800 lojas cadastradas em todo o Brasil com 65 mil produtos – entre remédios e perfumaria. Pela plataforma, com um simples clique, os usuários pesquisam e comparam preços de itens, partindo então para a compra online.

“Nossa plataforma traz todas as informações da bula com diagramação muito mais clara e objetiva. Lá ele encontra para que serve o remédio, suas contraindicações, como usar, posologia, dentre outros. Em apenas um clique ainda é possível conferir dados especiais, que nem a bula do remédio comprado na farmácia contém. Um deles é a interação medicamentosa, ou seja, se ele pode ser utilizado combinado com outro medicamento”, explica o CEO do portal, Paulo Vion.

Um dos exemplos de maior economia é constatado com o medicamento Anastrozol da Eurofarma, repositor hormonal também utilizado no tratamento de câncer de mama em na pós-menopausa. De acordo com busca no Consulta Remédios feita no mês de março, o preço mínimo encontrado é de R$ 41,90 e máximo de R$ 499,28.

Diferença gritante também é constatada com anticoncepcional Yasmin com 21 comprimidos é encontrado por R$48,41, já o genérico com a mesma dose e quantidade é encontrado por R$13,60, uma diferença de mais de 200% para um medicamento de uso tão comum e contínuo pelas mulheres que, com certeza, deve ser pesquisado antes de comprar.

Pelo aplicativo também é possível criar várias listas de produtos em uma função chamada “Minha Lista”. Através deste serviço, 100% gratuito, o usuário consegue montar uma seleção com vários itens de sua escolha e, assim, o Consulta Remédios apresenta em qual farmácia a soma total dos itens fica mais barato.

O reajuste 

Esta conta é feita pelo Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), formado por uma equipe interministerial, liderada pelo Ministério da Saúde. O percentual médio de reajuste em 2018 foi autorizado em 2,43%, segundo o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de (Sindusfarma).

A regulação é válida para um universo de mais de 19 mil medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro e os reajustes são concedidos conforme o perfil de concorrência dos produtos, seguindo a lógica de que, nas categorias com um maior número de genéricos, a concorrência é maior e, portanto, o aumento também pode ser maior. São três níveis diferentes de alta.

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