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A agricultura foi a maior geradora de empregos em , nesse primeiro bimestre do ano. Sozinha, a atividade criou 8.896 postos com carteira assinada, o equivalente a 58,9% do total de novas vagas geradas no período, que conforme dados do Ministério do Trabalho, somaram 15.095 no Estado, considerando o acumulado do de janeiro e fevereiro.

Ainda conforme dados do Ministério, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), todas as cinco mais importantes atividade econômicas do Estado fecharam o primeiro bimestre deste ano com saldo positivo, ou seja, criando novos postos ao invés de eliminar ocupações. O destaque na comparação anual ficou por conta da Construção Civil que reverteu a condição de ‘demissor’ para ser ‘empregador’. No primeiro bimestre do ano passado 715 vagas haviam sido cortadas e o segmento registrava performance negativa. Já nesse ano foram abertas 384 vagas formais.

O Caged mostra ranking mato-grossense de geração de empregos com carteira assinada, a agropecuária foi a maior geradora, seguida por serviços, com 3.334, comércio com outras 1.469, indústria com 968 e a construção civil.

A geração de novas frentes de trabalho no acumulado dos meses de janeiro e fevereiro soma 15.095, acima das 14.232 novas vagas contabilizadas em igual momento do ano passado. O saldo atual é o melhor em quatro anos, atrás do registrado em 2014 quando foram geradas 18.199 novas vagas.

FEVEREIRO – Mato Grosso fechou fevereiro com saldo positivo na geração de empregos no mercado formal, com 4.721 vagas de trabalho, uma variação de 0,71% em relação a janeiro, sendo o melhor número para fevereiro desde 2015. A agropecuária, que contratou 2.029 trabalhadores a mais no mês, também foi a maior geradora de novas vagas do período.

Fevereiro registrou a abertura de 61.188 novos postos de trabalho no , um aumento de 0,16% em relação ao estoque de janeiro. É o melhor resultado para o mês desde 2015, decorrente de 1.274.965 admissões e 1.213.777 desligamentos. “Esses resultados confirmam a recuperação econômica e a retomada dos empregos. As medidas adotadas pelo governo foram acertadas e estamos otimistas que esses números se repetirão ao longo do ano”, avalia o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura.

Das cinco regiões, quatro apresentaram saldos positivos no . O melhor desempenho foi no Sul, que teve acréscimo de 37.071 postos. O Sudeste teve aumento de 35.025 vagas formais, , com 14.407 e Norte, com 638. O desempenho negativo foi no Nordeste (-25.953 postos).

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