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Levantamento preliminar da Secretaria de Estado de Meio Ambiente () e da Defesa Civil apontou danos ambientais na região de São José do Rio Claro, onde houve rompimento de barragem de uma Central Geradora Hidrelétrica (CGH).

O prefeito do município, Valdomiro Lachovicz, minimizou o e disse que a água não trouxe riscos para os moradores do perímetro urbano, já que o fato aconteceu na zona rural.

Conforme a secretária adjunta de Licenciamento, Lilian Ferreira dos Santos, a empresa Agromar estava instalada há 20 anos, mas deu entrada ao processo de licenciamento para geração de energia em 2013, obtendo as licenças prévia, de instalação e operação (LP, LI e LO). A capacidade de produção do empreendimento é de 0,28 megawatts, sendo essa uma geração de pequeno porte e com pequeno reservatório.

“Ainda vamos apurar o que aconteceu, mas são muito raros incidentes como esse, sendo o último com barragem do ano de 2008, em Campo Novo do Parecis. Na época, o problema surgiu durante a manutenção da estrada e não por excesso de , como agora. No entanto, a barragem foi reconstruída e modernizada”, explica a gestora.

A ruptura da barragem, além de causar prejuízos, deixou a fazenda isolada. Fotos obtidas pela reportagem , mostram parte dos estragos causados pela força da água.

O superintendente de Fiscalização, major da PM Bruno Nascimento, que esteve no local, afirma que se necessário a Sema irá tomar todas as providências legais a fim de responsabilizar os responsáveis.

“Estamos levantando os dados das coordenadas dos pontos onde houve o rompimento, em um total são cinco. Em princípio, segundo informação da usina, não há moradores no trecho por onde a água passou até chegar ao Rio Arinos, portanto, sem vítimas ou danos a possíveis residentes”.

O rompimento foi registrado a 60 km do município, na Fazenda Agromar, de propriedade do Grupo Bom Futuro, que notificou a Sema ontem sobre o incidente e está acompanhando as vistorias.