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A Secretária Municipal de (SMS) confirmou a morte de três macacos por , em 2017. Um foi recolhido na região do Centro Político Administrativo, um próximo ao Cinturão Verde e outro no Sucuri. Já nos dois primeiros meses deste ano, 12 macacos foram recolhidos devido a suspeita da doença.

A gestora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), Moema Blatt, fez um apelo  a população e pediu que a população não mate os animais, pois é por meio deles que é possível saber se o vírus está em circulação na região. O grande “vilão” da história é o Aedes aegypti, que além de transmitir febre amarela em área urbana, transmite , zika e chikungunya.

“Cuiabá, assim como o estado de Mato Grosso, é considerada como área de risco de febre amarela, sendo classificada como área de recomendação de vacinação em rotina, motivo pelo qual a maior parte das pessoas é vacinada. Lembrando que, por diretriz da Organização Mundial da Saúde (), estabelecida em 2013, uma única dose da em qualquer fase da vida é suficiente para imunizar”.

A SMS também alerta sobre a imunização, que deve ser feita apenas uma vez na vida. A coordenadora de Programas Estratégicos da SMS, Lidiane Siqueira, explica que não é recomendado tomar mais do que uma dose, pois pode causar reações adversas, além de não ter nenhum benefício. “A vacina é produzida com vírus da febre amarela vivo, mas atenuado. Receber mais do que uma vacina para esta doença é se expor desnecessariamente, uma vez que os efeitos colaterais dela, como , febre e mal estar podem ser potencializados”, comenta.

Sobre a doença

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de curta duração e gravidade variável, podendo ser fatal. É causada por um arbovírus transmitido por mosquitos, e tem elevado potencial de disseminação. Os sintomas mais comuns são febre, náuseas, vômitos, dor de cabeça, calafrios, pele e olhos amarelados. Também podem ocorrer sangramentos pelo nariz, gengiva, estômago, intestino e urina.