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Agostinho já foi condenado pelo crime e Célio Alves ainda irá a julgamento (: Reprodução/TVCA)

O julgamento do ex-soldado da Polícia Militar Célio Alves de Souza, em , a 218 km de Cuiabá, foi adiado mais uma vez. Ele é acusado de ter participado do dos agricultores Brandão Araújo Filho e José Carlos Machado Araújo, há quase 20 anos.

O júri foi adiado porque o advogado de Célio Alves desistiu de atuar no processo. Ele não defenderá mais o réu que agora tem 15 dias para indicar um novo advogado, caso não indique será então acionada a Defensoria Pública.

O julgamento deveria ter sido realizado em novembro do ano passado, mas na data prevista os advogados de defesa não estavam presentes e, por isso, o julgamento foi remarcado para esta segunda-feira (19), e agora, foi adiado mais uma vez.

O ex-policial é acusado de ter ajudado o ex-cabo da PM Hércules Agostinho a matar os agricultores. O primeiro crime aconteceu em agosto de 1999. Brandão foi surpreendido pelo ex-cabo Hércules, no Centro de Rondonópolis.

O segundo crime foi em dezembro de 2000. José Carlos foi executado, no estacionamento de uma agência bancária, no Centro da cidade.

Irmãos foram mortos em disputa judicial por (Foto: Divulgação)

De acordo com o processo, os assassinatos dos irmãos Araújo foram motivados pela disputa judicial de uma fazenda de 2.175 hectares.

Hércules de Araújo Agostinho confessou a autoria dos crimes e apontou como mandantes dos crimes os proprietários da empresa ‘Sementes Mônica’, mesmos proprietários da agropecuária Marchett LTDA, Sérgio João Marchett e a filha dele, Mônica Marchett, que chegou a ficar presa por alguns dias.