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O caso de afogamento do vigilante Magno Ferreira e do filho de quatro anos, ocorrido na manhã de domingo (28) no Rio , está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP). A praticamente descartou um “afogamento acidental” devido aos depoimentos colhidos por familiares do vigia.

O caso fica sob a responsabilidade da delegada Ana Cristina Feldner. Ela já informou que a vítima não estava em momento de lazer. Porém, chamou a a família para ir ao rio e depois entrou na água.

Além disso, a delegada destacou que a vitima já havia manifestado e mandado recado para que a família cuidasse da esposa dele. Nos últimos dias, o vigilante apresentou sinais de depressão.

“Ele recentemente passou por perda de familiares. O caso será investigado na linha de homicídio seguido de suicídio, já que as vitimas não estavam tomando banho no rio. O Magno chamou a família para ir ao rio, disse que estava com saudade do pai que morreu recentemente e em seguida entrou na água com o filho no colo”, contou delegada.

Outro ponto citado pela delegada é que não há sinais de bebidas e as vítimas nem estavam vestidas com trajes de banho. Familiares chegaram a relatar o que teria ocorrido e por isso a investigação será na linha de homicídio.

“Vamos fazer oitivas para colher mais informações, mas ao que tudo indica é um homicídio seguido de suicídio”, afirmou Feldner.

O local onde o vigilante e o filho de quatros anos entraram no Rio Cuiabá é impróprio para o banho. As informações do são de que o local onde eles se afogaram é um ponto arenoso e acessível de dragas.

O corpo de Magno Ferreira de Moraes foi encontrado no final da tarde de ontem. Já o corpo do garoto não foi localizado até o início da noite desta segunda-feira (29).

A família está desesperada e foi preciso atendimento para mãe da crianç