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Um menino, de 8 meses, morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ontem. O tio da criança, Fernando Geisel de Oliveira, disse, ao Só Notícias, que houve uma demora muito grande no atendimento e, com isso, o quadro de se agravou e ele acabou falecendo antes de ser transferido para o .

“No domingo, ele foi atendido e a médica passou um remédio para garganta e falou para o meu irmão que poderia levar o menino para casa. Ontem, por volta das 10h30, passou mal de novo e novamente foi dado o remédio receitado. Como não apresentou melhoras foi levado para UPA. O atendimento demorou e quando foram ver a criança já estava praticamente morta. Após isso, transferiram o meu sobrinho em uma ambulância ao Hospital Regional. Eles ainda tentaram reanimá-lo, mas já era tarde de mais”, afirmou Oliveira.

Ainda de acordo com Geisel, os do Hospital Regional e da Unidade de Pronto Atendimento apontaram no atestado de óbito da criança como causa da morte indefinida. “Isso é o que nos deixa mais indignado com a saúde pública. É uma calamidade em todos os lugares. Além disso, se negaram assinar o atestado de óbito do menino. Tivemos que esperar mais um tempo enorme para uma assinatura. A causa da morte está como indefinida. Para saber o que pode ter provocado a morte dele teremos que registrar um boletim de ocorrência para iniciar um processo investigatório. É uma falta de respeito com o ser humano”. O corpo de menino foi sepultado, esta manhã, em .

A assessoria da prefeitura, por meio da e Saneamento, lamentou profundamente o óbito do bebê e negou que ele tenha morrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Segundo o município, o menor morreu no Hospital Regional. “O caso deverá ser investigado, mas qualquer neste momento, no sentido de atribuir uma causa seria imprudente e precoce. Assim que houver mais informações não se furtará de repassá-las, sempre respeitando a ética exigida dentro dos procedimentos relacionados à saúde pública.