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O delegado Geraldo Gerzoni, da Delegacia de Guarantã do Norte (713), que conduz as investigações sobre o de Edilene Coelho Santos, de 30 anos, esfaqueada no último dia 17, afirmou que não há questionamentos de que o crime foi praticado por seu marido Ademilson Nunes, de 30. Um acampamento do suspeito foi localizado no último domingo (21), mas o homem não foi encontrado. Por enquanto, não há novas pistas.

De acordo com o delegado, já não há questionamentos de que Ademilson foi o responsável pelo assassinato de Edilene. As buscas ao marido da vítima continuam, apesar de não haver novas pistas.

“O que posso informar é que agora a autoria está definida, não se questiona a autoria do crime, já está imputada a ele, só falta mesmo a localização dele. Se nós não conseguirmos localizá-lo a gente vai concluir e enviar para o Judiciário, porque ele pode ser denunciado. A gente pega a qualificação dele completa e manda para o oferecer denúncia e ele fica com mandado de prisão em aberto”, explicou.

No último dia 21, após uma denúncia anônima, a equipe da Polícia Civil de Guarantã do Norte juntamente com o GARRA (Grupo Armado de Resposta Rápida) se deslocaram para a linha 31 zona rural de Guarantã do Norte e encontraram um abrigo na mata que seria de Ademilson.

“Chegamos àquela região por meio de denúncia anônima, mas não encontramos ele, apenas o abrigo.  Mas a gente suspeita que era dele sim, a informação era que sim. E agora estamos sem pistas do paradeiro”, afirmou o delegado.

Gerzoni ainda disse que pelo passado dos dois na Justiça, de agressões praticadas por Ademilson contra Edilene que originou uma medida protetiva e um decreto de prisão preventiva, a pena do suspeito, quando for preso, deve ser agravada e qualificada como .

O caso

No último dia 17 Edilene Coelho Santos foi assassinada a facadas enquanto amamentava seu filho de 20 dias, no município de Guarantã do Norte. O autor do crime foi o seu marido Ademilson Nunes, que já tinha um histórico de agressões contra a vítima.

À polícia, a mãe da vítima disse que o suspeito era muito ciumento e antes de Edilene ter o bebê o casal discutia muito. A PM chegou a ir à chácara da família de Ademilson, mas ele não foi encontrado. Os filhos do casal foram encaminhados para o Conselho Tutelar.