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O desembargador relator do julgamento em Segunda instância de Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex no Guarujá no TRF-4, João Pedro Gebran Neto, manteve a condenação do ex- pelo crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e elevou, de 9 anos e meio de prisão, para 12 anos e 1 mês, além de 280 dias de multa. Veja abaixo a repercussão da decisão, na reportagem veiculada no portal Terra:

No julgamento em 2ª instância, em , que avaliou um recurso de defesa de Lula, o relator elevou a pena sob justificativa de que “há culpabilidade elevada por se tratar de um ex-presidente da República”.

Segundo Gebran, Lula praticou crimes e gerou uma situação que colocou em xeque a “estabilidade democrática”, com tentativas de interferir no processo político eleitoral.

“O conjunto probatório é seguro, afirmativo, sobre provas acima do razoável de que o apartamento tríplex desde o início foi reservado para o sr. Luiz Inácio Lula da Silva e assim permaneceu após a OAS assumir o empreendimento. Também há provas acima de dúvida razoável de que as reformas, compra da cozinha e utensílios foram feitas a favor do ex-presidente.”

O desembargador também se defendeu, citando uma frase do ministro Cesar Peluso: “Nenhum juiz condena ninguém por ódio”. Dois desembargadores ainda precisam expressar seus votos. Para Lula ter sua condenação confirmada e a pena aumentada, pelo menos mais um magistrado precisa seguir o voto do relator.

* com Terra