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Os cincos policiais que estavam responsáveis pela guarda do Quartel do Comando Geral (QCG) da , no dia em que um eletrônico do local foi alvo de explosão são os investigados por suspeita de terem permitido o crime. O arrombamento ao caixa eletrônico ocorreu em dezembro de 2016, durante a madrugada e não havia ninguém no local.

Na época, foi noticiado que bandidos invadiram o local e colocaram explosivos no caixa. A ocorrência chegou a ser atendida pelo 3º batalhão da Polícia Militar e Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam). Nenhum valor em dinheiro foi levado.

O caso foi repassado para a Corregedoria da Polícia Militar que investiga os policiais por facilitarem a explosão, já que não havia ninguém no quartel. Segundo o regimento interno, a guarda do quartel é feita por três PMs no quarto de hora, além do comandante e o sub comandante.

De acordo com informações, os militares não foram afastados e continuam os normalmente. “Os militares que estavam no local, em tese, são suspeitos, mas o foco da investigação é que eles deveriam ter feito a guarda e evitado a explosão do caixa eletrônico. Até agora não há nenhum indício de envolvimento ou participação deles no crime”, explicou a coronel Ridalva Reis de Souza ao .