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Moira (esquerda) e Ariel, juntas no espetáculo sobre biografia de Bibi Ferreira

A bailaria Ariel Venâncio, que vem protagonizando as apresentações e prêmios no , representando a cidade de também em vários espetáculos em outros estados, atualmente está acompanhando as apresentações da peça “Bibi, uma vida em musical” que está em cartaz no , contando com “casa cheia” todos os dias, sendo muito elogiada pela crítica e destacada pela mídia.

A apresentação se trata da biografia de Abigail Izquierdo Ferreira, 95 anos, mais conhecida como Bibi, uma artista que começou a fazer sucesso na década de 60 e se consagrou no artístico com musicais, além da carreira de cantora, diretora e compositora.

Foto: bibiumavidaemmusical

Ariel decidiu prestigiar uma amiga que está no elenco, Moira Osório e sem dúvida, conhecer um pouco mais das histórias da reconhecida Bibi, que é referência para muitos do mundo de quem aprecia a cultura brasileira. Para ela, o elenco é fantástico em um todo, eles são muito unidos e essa sintonia, é refletida no palco, durante a apresentação, sendo sentida por todos os que estão como expectadores.

“Foi muito importante estar aqui e ver pessoalmente minha amiga realizando esse de estar em uma grande produção de teatro musical. Ela interpretou em um dos momentos a filha da Bibi”, conta Ariel.

Segundo a bailaria, o que mais encantou na produção foi ver que todos são um só corpo e voz. “É incrível escutar as pessoas indagando de onde surgiu esse elenco, ver de perto as cenas com Amanda Acosta que é impecável em cada detalhe de seu personagem. As pessoas dizendo que ela é a própria Bibi. Acho que todo artista se identifica em pelo menos um momento da biografia”.

Foto: bibiumavidaemmusical

Emocionada, a bailaria diz que quando assistiu pela primeira vez, se arrepiou dos pés à cabeça. Para ela, o espetáculo é uma que emociona e cativa, do lado mais dramático ao mais cômico.

“Essa produção foi feita com tanto carinho, sensibilidade e bom gosto que aproximadamente três horas de espetáculo se transformam em apenas 30 minutos para quem está assistindo. Não dá tempo de piscar. Não consigo descrever o que somente os olhos do público poderão ver e sentir neste musical”, relata.

Diante da apresentação, Ariel lamenta apenas por uma realidade; o fato de saber que Rondonópolis não tem ao menos a chance de receber musicais de tanta qualidade como o que está presenciando. O problema é a capacidade estrutural, afinal a cidade não tem nenhum teatro para proporcionar essa emoção aos seus moradores, e assim, fomentar o setor cultural.

“Rondonópolis merecia essa atenção. O direito à cultura é garantido por lei, e acredito que temos porte e público para comportar esse merecido prédio”, destaca a bailarina.