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Empresa é a segunda maior em faturamento com sede (matriz) em , segundo revista especializada – : Divulgação

Fechado desde setembro deste ano, após um incêndio de grande porte, o Agra Agroindustrial, frigorífico instalado às margens da na saída para Campo Grande, deve reabrir em março de 2018.  Desde que a unidade foi fechada para reparos após o incêndio, os pecuaristas da região têm enfrentado mudanças nas formas e locais de envio de animais para o abate.

Desde que fechado, o abate do Agra, cujo número diário não foi informado, foi distribuído para outras unidades. Mas, para não perder a cartela de clientes, a empresa tem utilizado a estrutura de um frigorífico de Várzea Grande, onde uma média diária de 400 animais estão sendo abatidos. Contudo, a expectativa dos pecuaristas é de que o abate seja feito aqui na cidade, evitando a logística até Várzea Grande e também a inevitável de abate na unidade da JBS, em Pedra Preta. Frigoríficos em cidades como Cuiabá, Mineiros e Paranatinga também têm sido uma opção para os pecuaristas da região, que antes forneciam seus animais ao Agra.

O frigorífico, segundo informações de uma revista especializada, é a segunda maior empresa em faturamento com sede (matriz) em Rondonópolis, e o seu fechamento temporário também não deixa de provocar reflexos na do município.

Com relação a atividade de abate em Rondonópolis, apenas o Frigorífico Rondonópolis está recebendo animais atualmente, porém em escala bem menor. O Superfrigo, na saída para Pedra Preta, desativou sua produção. O Mataboi, que também encerrou suas atividades, deve reabrir em breve com outro nome, conforme fontes do A TRIBUNA. A expectativa é de que a reabertura seja feita com o nome Frigorífico Estrela.