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– Felipe Arcanjo

O centro de , cidade mais importante do interior de , tem sofrido alterações neste fim de ano devido ao aumento considerável no número de veículos, não só pela procura por lojas devido ao consumo natural das compras de fim de ano, mas também pela vinda de muitos visitantes que escolhem a cidade e sua famosa hospitalidade para passar o fim de ano. Embora não se veja grandes planejamentos de reposicionamento de tráfego da parte de quem poderia fazer isso, para reposicionar o fluxo e criar alternativas, a verdade é que o chamado “comportamento de rebanho” dos condutores é o grande empecilho para impedir os engarrafamentos. Enquanto em vários momentos as ruas Dom Pedro II e Pedro Ferrer praticamente não sofrem alteração no número habitual de carros, tanto no sentido bairro centro como vice-versa, a Fernando Corrêa segue sendo o grande gargalo pelo “costume” dos rondonopolitanos de utilizarem a via, mesmo que nela não esteja seu destino final. A situação é bem típica do território nacional pois exemplifica a fonte de muitos problemas brasileiros: a falta de intervenção do poder público, mas sobretudo a desorganização e falta de pensamento coletivo do povo.